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Viabilidade arquitetônica

Como escolher um imóvel para instalar uma clínica ou laboratório

Escolher o imóvel antes de analisar sua viabilidade técnica pode aumentar significativamente o custo de implantação de uma clínica médica, consultório odontológico ou laboratório.

Uma sala comercial que aparentemente parece adequada pode exigir intervenções significativas para atender às necessidades do estabelecimento e às exigências sanitárias para habilitação de funcionamento.

Principais pontos de atenção

  • 01

    Acesso inadequado, que pode exigir obras para garantir condições apropriadas de entrada e circulação.

  • 02

    Espaço mal distribuído, dificultando a organização dos ambientes, dos fluxos e das atividades previstas.

  • 03

    Ventilação, iluminação ou infraestrutura insuficientes, podendo exigir adaptações adicionais.

  • 04

    Instalações existentes incompatíveis com equipamentos e necessidades específicas da atividade.

  • 05

    Acabamentos ou condições construtivas inadequadas, aumentando o volume de reforma.

  • 06

    Impossibilidade de organizar corretamente os fluxos internos, especialmente em atividades que exigem maior controle sanitário.

Muitas dessas limitações somente são percebidas depois da locação ou aquisição do imóvel, quando o investimento já foi realizado.

Avalie antes

Antes de fechar o contrato de locação

Antes de escolher um imóvel para instalar um estabelecimento de saúde, o ideal é realizar uma análise prévia de viabilidade arquitetônica e sanitária.

Essa avaliação permite verificar se o espaço possui condições para receber a atividade pretendida, identificar possíveis limitações e estimar o nível de intervenção necessário antes que sejam assumidos compromissos com aluguel, compra ou reforma.

Um imóvel aparentemente mais barato pode se tornar muito mais caro quando as adequações começam.

Na Kolinski Arquitetura em Saúde, a análise começa pela viabilidade do imóvel e pelas exigências da atividade. Somente depois é desenvolvido o projeto.

Primeiro a viabilidade. Depois o projeto técnico e, por último, o projeto de interiores.

Uma metodologia com menos improviso e maior previsibilidade para o investimento.